REDE LA SALLE
 

TEATRO ABEL

Endereço: Rua Mário Alves, 2, Icaraí, Niterói
Telefone: 2195-9800
E-mail: teatro@abel.org.br


Bilheteria
De terça a domingo, a partir das 15h.
* Nos dias sem espetáculo, a bilheteria fecha às 19h.
* Nos dias de espetáculo, a bilheteria funciona até o início de cada sessão.
* Aos sábados e domingos, de 16h30min às 17h15min, venda de ingressos exclusiva para o espetáculo infantil.
* Não fazemos reservas.
* Não aceitamos cheques e nem cartões de crédito ou débito.
* Estudante só tem 50% de desconto portando carteira de estudante com foto e na validade, além do boleto do mês pago ou o certificado de matrícula do semestre, sendo obrigatória a apresentação de ambos na compra do ingresso e na entrada do teatro.

Estacionamento
Abre uma hora antes de cada espetáculo, com taxa única de R$ 5,00.




“Os Homens são de Marte... e é pra lá que eu vou”

Sinopse
“Os Homens são de Marte... e é pra lá que eu vou!” trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é ou será protagonista desta história recheada de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas. A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, com uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem-sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam o tema fazem grande sucesso de público e crítica.

“Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou” conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas que trabalha com eventos, organizando festas de casamento. Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os mais diversos tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles. Independente do tipo físico, da condição social, racial ou econômica, cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay.

O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. Para ela, a vida sem um amor é uma vida em preto e branco. Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado. Mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final. Só não sabe como. De forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças.

Ficha técnica
Texto e Interpretação: Mônica Martelli
Direção: Victor Garcia Peralta
Figurino: Marcela Virzi
Cenário: Clívia Cohen
Iluminação: Paulo Roberto
Trilha sonora: Jerry Marques
Direção de Movimento: Márcia Rubim
Preparação vocal: Jacqueline Priston
Fotos: Lívio Campos
Direção de Produção: Jerry Marques
Realização: Dig Produções Artísticas, Ltda.

Informações
Temporada: de 12 a 28 de março de 2010
Horários: Sexta e sábado, às 21h; e domingo, às 20h
Preços: R$ 50,00 (sexta e domingo) e R$ 60,00 (sábado)
Descontos: 50% para estudantes e idosos (apresentando documento de identificação) e 20% para o Clube do Assinante do Jornal O Globo.
Classificação etária: 14 anos
Duração: 70 minutos 1h


“O Patinho Feio”

Sinopse
Pela primeira vez no palco do Teatro Abel, “O Patinho Feio” fica em cartaz até 28 de março. O espetáculo narra a incrível aventura de um patinho que se achava diferente de todos. Ainda no ovo, ele foi perdido na floresta por sua verdadeira mãe, e nem bem tinha nascido, já era cobiçado por uma bruxa que planejava usá-lo em um grande feitiço que a tornaria jovem e linda para sempre. Um desejo que só seria concretizado se a bruxaria fosse feita com um ovo de cisne. Mas o bendito ovo é encontrado por Urubaldo, que finge ser um meteorologista de plantão, informando a todos se vai chover ou fazer sol. Sem perder tempo, ele coloca o ovo no ninho da dona Galinda, gerando uma grande confusão: quando os pintinhos nascem, o Galo Carijó e todos da redondeza comentam que há algo diferente naquela família.

Triste e se achando o mais feio dos seres do planeta, o Patinho sai pelo mundo à procura de seus verdadeiros pais. Mas, tadinho! Nem percebe que a bruxa Emy, mala que só, está esperando uma oportunidade para agarrá-lo e levá-lo para a sua caverna, onde poderá transformar, enfim, o seu desejo em realidade. Em meio a essas e outras confusões, e com a participação do público, o espetáculo vem recheado de situações engraçadas, que chegam ao esperado final feliz para todos, menos para a bruxa Emy.

Ficha técnica
Adaptação e direção: Ricardo Silva
Produção: Roberto Muniz
Elenco: Raquel Venerabile, Bruno de Souza, Sérgio di Paula, Bruno Balzarine e Ricardo Silva

Informações
Temporada: de 27 de fevereiro a 28 de março de 2010
Horários: sábados e domingos, às 17h
Preço: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia) e R$ 20,00 (com filipeta)
Classificação etária: livre
Duração: 1h




Cócegas

Sinopse
A peça Cócegas começou a surgir há alguns anos, em uma viagem que Ingrid Guimarães fez com Heloísa Perissé que passaram a conversar sobre personagens próprios que já existiam, criando outros a partir da observação das pessoas comuns pelas ruas. Um tempo depois, quando pisaram pela primeira vez no palco do modesto Teatro Candido Mendes, jamais poderiam imaginar que o espetáculo iria se transformar numa verdadeira mania nacional. Em cartaz há sete anos, “Cócegas” é sucesso de crítica e público, contabilizando cerca de 2.500.000 de expectadores, apresentações em quase todas as capitais brasileiras e duas temporadas em Portugal.

O espetáculo tem nove esquetes com personagens e textos criados pelas duas atrizes que dão vida a diferentes mulheres do cotidiano: a professora de ginástica que fala sem parar; a modelo anoréxica; as duas mulheres “cachorras”; a evangélica; a adolescente que passa os dias reclamando da mãe e fofocando com as amigas; a mulher “encalhada”; e as atrizes figurantes de programas infantis. Ingrid e Heloísa são dirigidas por diretores que têm em comum o mergulho no universo do humor: Aloísio de Abreu (de “Subversões” e “That’s all besteirol”), Sura Berditchevsky (de “Um peixe fora d’ água” e “Diário de um adolescente hipocondríaco”), Luiz Carlos Tourinho (assistência de direção de “D’Artagnan e os três mosqueteiros” e “Romeu e Julieta”), Marcelo Saback (de “A dama e o vagabundo” e “Futuro do pretérito”) e Régis Faria, diretor de TV que dirige os vídeos e um dos esquetes. “Pela primeira vez na história do teatro um espetáculo tem mais diretores que atores”, brinca Heloísa.

As histórias mostradas em “Cócegas” são muito engraçadas, mas com uma visão profundamente crítica, sem ser um humor apelativo. “É como a própria sensação de cócegas, onde você ri se delicia com o humor, mas tem uma pontinha de incômodo, de questionamento”, diz Tourinho. A dupla de atrizes se alterna em diferentes papéis, encenando juntas dois quadros hilários que fazem o ponto alto do espetáculo, misturados a cenas de improviso e participação da plateia.
“Cócegas” agrada o público de diferentes faixas etárias que constantemente revê o espetáculo que gerou muitos frutos como o livro “Os melhores momentos de Cócegas” (da Editora Objetiva), um DVD, o infantil “Cosquinha” escrito e encenado pelas mesmas atrizes e um longa metragem em fase de pré-produção. O espetáculo concorreu e ganhou diversos prêmios ao longo destes anos, entre eles o “Prêmio Shell de Teatro” e “Prêmio Qualidade Brasil”. A peça tem uma ficha técnica de peso, com figurinos assinados por Kalma Murtinho e cenários de Clívia Cohen e iluminação de Aurélio de Simoni.

Ficha técnica
Autor: Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães
Direção: Sura Berditchevsky, Aloísio de Abreu, Marcelo Saback, Luís Carlos Tourinho e Régis Faria
Elenco: Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães. Participação especial do músico Luis Carlinhos
Direção de produção: André Mattos
Produção executiva: Astrid Guimarães
Diretor de vídeo: Régis Faria
Direção musical: Ricardo Leão
Música original Cócegas: Ricardo Leão e Zé Ricardo
Figurino: Kalma Murtinho
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenário e figurino “Pinto e Pinguim”: Clívia Cohen
Programação visual: Cristina Cruz
Fotos: Zeca Fonseca
Preparação corporal: Ana Lee
Assistente de direção: Andrea Mattar
Adereços: Clívia Cohen e equipe
Assistente de figurino: Esmê de Souza
Cenotécnico: Humberto Silva e equipe

Informações
Curta temporada: 10 e 11 de abril de 2010
Horários: Sábado às 21h, e domingo às 20h
Descontos: 50% para estudantes e idosos (apresentando documento de identificação)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 1h40min




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