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Acervo Bibliográfico

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Dicas de leitura

Ensino Médio, pais e professores em geral:

 

Comer, Rezar e Amar

 Sucesso mundial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, "Comer , Rezar, Amar" ocupou por cerca de um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times e foi lançado em trinta países.
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. "Comer, Rezar, Amar" é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica.
Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

Livro: Comer, rezar, amar
Autora: Elizabeth Gilbert
Editora: Objetiva

Mentes Perigosas

Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem.
"Mentes Perigosas" discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de "pessoas do bem".
Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, "inteligentes" e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.
Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.

Livro: Mentes perigosas – o psicopata mora ao lado
Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva
Editora: Fontanar

A Menina que Roubava Livros

“Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.”
   Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Livro: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca

 

A CASA DOS ESPÍRITOS

A Casa dos Espíritos, primeiro romance de Isabel Allende, tem novo projeto gráfico nesta 30ª edição comemorativa de 20 anos de sucesso editorial. Considerado pela crítica como um clássico da literatura latino-americana, o romance conta a saga da turbulenta e numerosa família Trueba, cujo patriarca é o latifundiário e senador Esteban Trueba. O romance, que tem sua narrativa caracterizada por uma notável lucidez histórica e social, oferece um painel contundente da história chilena, entre 1905 e 1975. Combinando magia e realidade, Isabel Allende confere à obra sua personalíssima visão do realismo fantástico, inserindo A Casa dos Espíritos na respeitável galeria dos grandes romances da literatura latino-americana.

Livro: A casa dos espíritos
Autora: Isabel Allende
Editora: Bertrand Brasil

 


LEITE DERRAMADO

Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e econômica, tendo como pano de fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos. A visão que o autor nos oferece da sociedade brasileira é extremamente pessimista: compadrios, preconceitos de classe e de raça, machismo, oportunismo, corrupção, destruição da natureza, delinquência.
A saga familiar marcada pela decadência é um gênero consagrado no romance ocidental moderno. A primeira originalidade deste livro, com relação ao gênero, é sua brevidade. As sagas familiares são geralmente espraiadas em vários volumes; aqui, ela se concentra em 200 páginas. Outra originalidade é sua estrutura narrativa. A ordem lógica e cronológica habitual do gênero é embaralhada, por se tratar de uma memória desfalecente, repetitiva mas contraditória, obsessiva mas esburacada.
O texto é construído de maneira primorosa, no plano narrativo como no plano do estilo. A fala desarticulada do ancião, ao mesmo tempo que preenche uma função de verossimilhança, cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor. O discurso da personagem parece espontâneo, mas o escritor domina com mão firme as associações livres, as falsidades e os não-ditos, de modo que o leitor pode ler nas entrelinhas, partilhando a ironia do autor, verdades que a personagem não consegue enfrentar.
Em suas leves variantes, as lembranças obsessivas revelam sutilezas ideológicas e psíquicas. E, como essas lembranças têm forte componente plástico, criam imagens fascinantes. É o caso do "vestido azul" comprado pelo pai para a amante, objeto de alta concentração significante. Esse objeto se expande, no nível da narrativa, como índice de elucidação da intriga, no nível fantasmático, como obsessão repetitiva do filho, e no nível sociológico, como ilustração dos usos e costumes de uma classe. Tudo, neste texto, é conciso e preciso. Como num quebra-cabeça bem concebido, nenhum elemento é supérfluo. Há também um jogo com os espaços onde ocorrem os acontecimentos narrados. As várias casas em que o narrador morou, como as décadas acumuladas em suas lembranças, se sobrepõem e se revezam. Recolocá-las em ordem cronológica é assistir a uma derrocada pessoal e coletiva. Percorre todo o texto, como um baixo contínuo, a paixão mal vivida e mal compreendida do narrador por uma mulher. Os múltiplos traços de Matilde, seu "olhar em pingue-pongue", suas corridas a cavalo ou na praia, suas danças, seus vestidos espalhafatosos, ao mesmo tempo que determinam a paixão do marido e impregnam indelevelmente sua lembrança, ocasionam a infelicidade de ambos. Os preconceitos e o ciúme doentio do homem barram a realização plena da mulher e levam-na a um triste fim, que, por não ter nem a certeza nem a teatralidade dos desfechos de uma Emma Bovary ou de uma Ana Karênina, tem a pungência de um desastre. Embora vista de forma indireta e em breves flashes, Matilde se torna, também para o leitor, inesquecível.
O fato de nem no fim da vida o homem compreender e aceitar o que aconteceu torna seu drama ainda mais lamentável. Os enganos ocasionados por seu ciúme são tragicômicos, e o escritor os expõe com uma acuidade psicológica que podemos, sem exagero, qualificar de proustiana.
Outras figuras, fixadas a partir de mínimos traços, também se sustentam como personagens consistentes. É espantoso como tantas personagens conseguem vida própria em tão pouco espaço textual. Leite derramado é obra de um escritor em plena posse de seu talento e de sua linguagem.

Livro: Leite derramado
Autor: Chico Buarque de Holanda
Editora: Companhia das Letras

 


CONDESSA DE BARRAL
A PAIXÃO DO IMPERADOR

Luísa Margarida Portugal e Barros nasceu em 13 de abril de 1816, em São Salvador da Bahia de Todos os Santos. Em um período histórico em que suas conterrâneas nem saíam nas ruas, no máximo, se expunham na varanda dos sobrados, Luísa não aceitou esse destino, contrariou todos os costumes vigentes na sociedade e se tornou uma das personalidades mais controvertidas de sua época. Não se casou com o escolhido por seu pai, e sim, com o companheiro que ela própria escolheu. Luísa era feminina, tinha graça, inteligência e era muito culta.  Ainda casada,  tornou-se amante de D. Pedro II, imperador do Brasil. A paixão avassaladora que os uniu é relatada a partir das inúmeras cartas que eles trocaram em suas andanças pelo mundo. O livro é extremamente interessante em sua abordagem social e histórica e de uma personalidade forte e avançada para sua época.

Livro: Condessa de Barral
Autor: Mary del Priore
Editora: Objetiva

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Alunos do 1º ano do Ensino Médio:

¿Qué camino tomar?

“Libro de interés para adolescentes”
Em el primer dia del último año de secundaria, Érika, Raúl y sus colegas se encuentran em el comienzo de uma larga cruzada rumbo a la elección profesional. ¿Qué van a elegir cada uno de ellos?

Livro: ¿Qué camino tomar?
Autor: Edwin Becerra
Editora: Santillana

 

 

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Alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental:

LAS 10 MEJORES OBRAS DE SHAKESPEARE

¡Las obras de Shakespeare como nunca fueron contadas!

Livro: Lãs 10 mejores obras de Shakespeare
Autor: Terry Deary
Editora: Editorial Molino

 

EL PRÍNCIPE DE LA NIEBLA

El nuevo hogar de los Carver está rodeado de mistério. Em él aún se respira el espíritu de Jacob, el hijo de los antiguos propietarios, que murió ahogado. Lãs extrañas circunstancias de esa muerte solo se empiezan a aclarar com la aparición de um diabólico personaje: el Príncipe de la Niebla, capaz de conceder cualquier deseo a uma persona a um alto precio...

Livro: El Príncipe de la Niebla
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Planeta

 


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Alunos do 8º ano do Ensino Fundamental:

MISTERIO EM EL MUSEO

Irene no podia imaginar cuánto cambiaría su vida después de aquella visita al museo.
Acompánãla em su aventura y descubre lo que ocurre cuando le damos vacaciones a la razón.

Livro: Misterio en el museo
Autoras: Delia María De césaris e Telma Guimarães C. Andrade
Editora: Santillana


 

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Para alunos do 7º e do 8º anos do Ensino Fundamental:

IVÁN, EL TERRIBLE

¿Ya escuchaste algunas de aquellas historias de aventuras tan exageradas que parecen mentira? Ya añadiste uma pizca de emoción al narrar uma experiência personal que no te parecia muy interesante?
Entonces llegó el momento de que conozcas a Ivan, el terrible, y descubras por qué nuestras mayores aventuras ocurren em el corazón.
Livro: Iván, el terrible
Autoras: Delia Maria De Césaris e Telma Guimarães C. Andrade
Editora: Santillana

 


HISTÓRIA DE UMA CIDADE CONTADA POR ELA MESMA

A cidade do Rio de Janeiro contando como nasceu, cresceu, como conseguiu sua iluminação, sua rede de água e esgoto e avenidas. O livro traz a história da cidade do Rio de Janeiro, numa abordagem de fácil entendimento. O relato de fatos interessantes, de um período de mais de quatro séculos, dará oportunidade ao leitor de conhecer e gostar de conhecer a Cidade Maravilhosa.

Livro: História de uma cidade contada por ela mesma
Autora: Leny Werneck
Editora: Ao Livro Técnico

UM LEÃO EM FAMÍLIA

“O sonho de Danilo era ter um animal de estimação. Mas ninguém esperava que ele fosse escolher justamente... um leão!”
O livro retrata a convivência de um garoto de 11 anos e seu leão, encontrado por ele perto de um trem, e as situações difíceis que têm que enfrentar para salvarem a amizade que os une.

Livro: Um leão em família
Autor: Luiz Puntel
Editora: Ática

 

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Para alunos do 6º e do 8º anos do Ensino Fundamental:

O SANTINHO

Em ´O Santinho´, Veríssimo reúne contos que falam da infância e do ambiente escolar, traçando um panorama carinhoso da escola brasileira. Com muito talento e bom humor, o escritor ao mesmo tempo faz rir e emociona, ao contar histórias de alunos e professores, pais e filhos, santinhos... e pestinhas também.
No conto que dá título ao livro, ´Santinho´, o autor narra a história bem humorada de um garoto que aparentemente servia de exemplo para toda a classe, mas que, para ele, ser bem-comportado em aula não era uma decisão sua nem era nada de que se orgulhasse. Era só seu temperamento. Na verdade, era um vagabundo, não aprendia nada, vivia distraído. Mas comportamento, 10. Dona Ilka, a professora, que vivia no seu pé, olhando-o sempre de esguelha, certa de que ele não passava de um santinho do pau oco... Já em ´Conversa´ nos deliciamos com as artimanhas que os estudantes usavam, junto aos porteiros, para entrar como penetra nos bailes noturnos do clube da cidade, proibidos para menores de idade.

Livro: O Santinho
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Editora: Objetiva

THE TINY VAMPIRE

Have you ever heard of vampires? Those creatures of the night?!
People say they bite your neck and don't like the sun light. But if you want to know all about those fiends, take a look inside this book and perhaps you'll understand that vampires are good friends.


Livro: The Tiny Vampire
Autora: Mathilda Kóvak
Editora: Moderna

 

 

 

 

 


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Para alunos do 5º e do 6º anos do Ensino Fundamental:

UMA FADA VEIO ME VISITAR

Semana de provas e duas notas vermelhas no bimestre. Luna estava preocupada com o seu futuro, ou com o futuro dos seus fins de semana, naquela véspera de prova de matemática. A mãe já havia avisado - mais uma nota ruim e nada de festas, cinema, praia, shopping, televisão ou computador por tempo indeterminado. Os dias não estavam sendo nada fáceis para esta menina de 13-quase-14 anos, cabelos ondulados, inteligente, sensível e descolada. Mas ela não podia imaginar o que a esperava naquela noite. Depois de dar uma ajeitada no quarto e devorar números e fórmulas até o limite da exaustão, Luna caiu no sono, livro de matemática no colo. Foi então que seu sonho foi interrompido pela inusitada visita de uma fadinha espevitada que usava um vestido amarelo-ovo de bolinhas pretas, todo rodado, e um cabelo armado que a fazia parecer saída do filme “Grease, nos tempos da brilhantina”. Luna não acreditava em fadas, mas achava que, se elas existissem, deveriam usar vestidos brancos, longos e esvoaçantes. Com muito esforço, algumas doses de magia e diálogos impagáveis, a simpática Tatu conquista a confiança de Luna. E um mundo de descobertas incríveis tem início.

Livro: Uma fada veio me visitar
Autora: Thalita Rebouças
Editora: Rocco

 

 



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